Sou uma garota de 16 anos, uma adolescente,com rostinho de menina.Sou do tipo de garota que nαo se fαz de perfeitα,nαo tenho pose de sαntα, chego brilhαndo, fαlo o que penso, nαo conheco limites, arrαso corαções.Não sou e nem me chame de loucα,não são meras palavras que vão me definir, se é que existe uma, a que talvez você se pergunte, ou melhor se questione, o porque e como elα é tão fαntαsticα assim. Eu não sou uma historinha de quadrinhos,eu sou reαl. e isso tudo é umα pαrte de mim.
domingo, 17 de outubro de 2010
Ele, que já não sabe mais se tenho medo de chuva, na verdade, ele nem sabe quando chove por aqui. Não sabe se ainda continuo paranóica em querer sempre sorfrer menos , se ainda como milhões de chocolates achando que vai adoçar minha alma - e depois me sinto culpada- , se o meu chocolate preferido ainda é o prestigio, se mantenho o meu cabelo escuro, se ainda amo viajar e se fico com cara de boba quando vejo filmes romanticos, se ainda acho que vou conseguir mudar o mundo e se fico super de mau humor quando vejo uma injustiça (...) É, o meu anjo não sabe mais dos meus medos, das minhas angustias, das minhas consquistas, muito menos dos meus momentos tão doloridos de silêncio, onde o que eu mais queria era o abraço dele, que fazia com que todos os meus pensamentos sumissem.Ele se foi, foi conhecer lugares novos, pessoas novas, ter novas experiências. Foi atrás do que ele achava que era certo. Há muito tempo ele se foi .E eu fiquei parada no tempo, estagnada, vivendo dias iguais, tentando buscar formas alternativas de felicidade."Para não pensar na falta, eu me enchi de coisas por ai. Me enchi de amigos, bares, charmes, possibilidades, livros, músicas, descobertas solitárias e momentos introspectivos andando ao sol. E todo esse resto de coisas, deixou aos poucos de ser resto e passou a ser a minha vida. "Enfim, consegui enxergar que toda a dor da sua ausência , que todo esse medo de me envolver com um outro alguém pra não me machucar novamente, eram proteções que eu mesma criava para manter a vida morna que eu insistia em levar. Era tão estável viver os dias de maneiras iguais que não me dei conta que a felicidade não consegue entrar em portas fechadas.Hoje sei que ninguém é substituivel. E que eu posso vir a gostar de outra pessoa, com mais ou menos intensidade, não importa, mas de uma maneira diferente. Que as pessoas não são iguais e que eu posso encontrar a minha excessão.
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